sábado, dezembro 5

Para a cova pelo próprio pé

 

"Não é à toa que tudo na retórica das “autoridades” se destina a assustar as massas: não facilitem, não saiam, não abusem, não se juntem, não jantem, não bebam, não reclamem, não duvidem, não deixem de utilizar máscara inclusive depois da vacina e antes de 2038, não insistam. As “autoridades” não estão a falar da Covid: estão a falar de comando e controlo, curiosamente os termos escolhidos para apresentar a logística da vacinação. A Covid, que em nações dependentes lançou as bases da destruição, é agora o “argumento” para que, através de ameaças, o bom povo assista quieto e mudo à consagração da dita."

Alberto Gonçalves aqui

Da mansidão já se falou aqui

 

 

sexta-feira, dezembro 4

Proposta de estatística

 

Proposta de uma estatística a acompanhar a dos mortos e infectados.

Quantas pessoas deitam a máscara fora depois de a usar? Quantas usam diariamente uma ou mais máscaras novas? Quantas vezes as lavam ou desinfectam? Qual o número de máscaras num agregado familiar de dois adultos e duas crianças maiores de doze anos? Quantas máscaras comprou desde que o uso é obrigatório?

quinta-feira, dezembro 3

03.12.1999

Sexta-feira, 3 de Dezembro - É daquelas histórias que me deixa secretamente a invejar o talento anónimo que a criou.

O menino viu o vizinho escultor começar a cortar o mármore, e nos dias seguintes, quieto, sentava-se junto dele, a apreciar o trabalho.

 Finalmente o cavalo apareceu esculpido, e o artista perguntou ao menino o que é que ele achava.

O menino achou que estava bem.

- Só bem? - insistiu o escultor.

- Sim - respondeu o menino. E depois de um momento de hesitação:

- Mas  como é que o senhor sabia que o cavalo estava dentro da pedra?

......

in Pó, Cinza e Recordações - Quetzal, 2015